Tropeços ortográficos – um posicionamento recorrente

Home / Gramática / Ortografia / Tropeços ortográficos – um posicionamento recorrente

Considerados como um posicionamento recorrente, apontamos acerca dos tropeços ortográficos

Curtidas 0

Compartilhe

Entrevistas, competitividade, exame de seleção... tudo isso faz parte do “jogo” quando o assunto é pleitear uma vaga no voraz mercado de trabalho. Nesse sentido, ao assim afirmarmos, sentimo-nos questionados acerca da relevância desses apontamentos quando aliados ao título do artigo (Tropeços ortográficos). Assim, para que possamos compreender de uma forma efetiva acerca dos pressupostos aqui a serem elencados, pode-se dizer que essa vaga, ora pleiteada por alguém, exige competências específicas acerca da função que ele/ela irá ocupar, sem dúvida nenhuma. Contudo, não podemos descrer que os candidatos estão fadados a demonstrar outra, concebida não mais como específica, mas comum, genérica a todos: a competência linguística, checada tanto na oralidade quanto e, sobretudo, na linguagem escrita. Sim, isso mesmo, haja vista que o profissional, a depender da função exercida, terá de contatar clientes, redigir comunicados, enviar relatórios, enfim, muitas serão as circunstâncias em que a modalidade em questão terá seu lugar privilegiado (embora, a depender da inabilidade de quem preencheu, leve-o(a) constatar que “previlégio” seria a forma mais adequada).

De posse dessa realidade é que atribuímos sentido, validade aos critérios adotados para que essas habilidades sejam (embora muitas vezes a forma “sejem” terá, equivocadamente, seu lugar de destaque) checadas, haja vista que a possibilidade dos tropeços realmente se efetivarem se torna uma previsão quase que certeira. Dados apontam para o fato de que a opção adotada por um grande número de empresas se dá por meio do ditado ortográfico, algo que, em se tratando de práticas pedagógicas adotadas no universo escolar, representa algo não tão bem concebido assim, dada a condição de se apresentar como uma medida ultrapassada, segundo a opinião de estudiosos do ramo.

Contrapondo às expectativas dos avaliadores, eis que os dados, diga-se de passagem, negativos são alarmantes, cuja problemática tem sua origem arraigada na falta de familiaridade com a leitura – procedimento esse considerado o mais viável para aquisição de um bom vocabulário, consequentemente de uma boa escrita. Assim, aspectos tidos como “verdadeiras armadilhas” se concebem como pontualíssimos, muitas vezes demarcados, entre outras instâncias, pelos entraves entre o X xCH, S xZ, U xL, C xS, S xC, entre outros detalhamentos. Além desses pontos, seria descabido não mencionar acerca de outro, não menos importante, o qual se refere à falta de estreitamento que se mantém com os casos relacionados à pontuação, o que acaba denunciando a falta de sensibilidade acústica em relação à tonicidade de um número significativo de vocábulos.

Dessa forma, caro(a) usuário(a), ainda que talvez você não faça parte desse rol de candidatos, pertinente é  se interagir cada vez mais  com os pressupostos que norteiam ocorrências linguísticas, não só as já citadas, mas também várias outras. Para tanto, eis que seguem uma relação de alguns posicionamentos firmados por intermédio de alguns encontros que já tivemos a oportunidade de fazer acontecer, entre eles:

Impecilho X empecilho...

Ortoepia e prosódia

Espectador X expectador

Dicas ortográficas

Fazem dois meses X faz dois meses...

Um bom desempenho linguístico...requisito básico para empregabilidade?

Enxurrada X enchurrada...

A correta utilização que se atribui à letra “x”  

Atualizar X atualisar...

Circunstâncias de uso da letra “z”

Como se vê, vale a pena dar uma olhadinha e conferir acerca de dicas “quentíssimas”.

Voltar ao topo