Redação nos Concursos e Vestibulares

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Em virtude do peso que a redação possui na maioria dos concursos e vestibulares, alcançar uma boa nota pode fazer toda a diferença!

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Ao longo de nossa existência, deparamo-nos com infinitos obstáculos, uns em menor grau, outros um tanto quanto complexos. Tal afirmativa comprova uma popular expressão: “Viver tornou-se uma arte”.

Como artistas desse processo, estamos constantemente tentando superar tais obstáculos e, sobretudo, posicionarmo-nos da melhor forma possível perante os fatos circunstanciais regidos pela sociedade. Entre estas circunstâncias, figura-se a necessidade de “arquitetarmos” nosso perfil no que tange ao campo profissional no intuito de desfrutarmos dos benefícios garantidos por um bom emprego. Mas... tudo isso não é gratuito, haja vista que busca e êxito caminham lado a lado.

É nesse contexto que se enquadra a tão temida redação em concursos e Enem. Muitos a estigmatizam, concebendo-a como algo pavoroso, inacessível. Mas ao contrário do que a maioria pensa, essa “prova de fogo”, com empenho e prática, pode ser ultrapassada.

Para ajudá-lo na preparação para a prova de redação, preparamos algumas dicas práticas. Não deixe de conferir! Bons estudos!

Dicas práticas de redação para concursos e Enem

 

  • O primeiro passo é mentalizar que não podemos escrever sobre algo que não conhecemos bem. Assim sendo, devemos estar atentos aos fatos atuais, que funcionam como a palavra de ordem. Grande parte dos exames costuma basear-se em temas que alcançaram grande repercussão. Por isso, devemos lançar mão de diversas fontes informativas, como revistas, jornais, livros etc.
     
  • Praticar significa, em seu sentido literal, constantemente exercer a escrita, pois a cada produção adquire-se uma nova performance, atribuída pela ampliação do vocabulário e, consequentemente, pela boa qualidade da competência discursiva;
     
  • Falando em competência, é altamente digno de nota apontar sobre a importância de termos conhecimentos acerca das situações comunicativas que envolvem os interlocutores, retratadas pelos diferentes gêneros coparticipantes da nossa posição enquanto seres sociais. Assim, há que se mencionar a carta argumentativa, de leitor, o artigo de opinião, o editorial, entre tantos outros, pois cada um é regido por peculiaridades no que se refere às características de natureza linguística;
     
  • Relevante também é o fato de que, enquanto emissores, estamos escrevendo para o “outro” e, para tanto, um dos aspectos que devem ser levados em consideração é a capacidade do candidato em expressar-se claramente, de modo a interpretar dados e fatos, estabelecer relações e conclusões e, consequentemente, questionar e argumentar de modo coerente e coeso;
     
  • Ao enfatizarmos sobre clareza, esta, por sua vez, engloba nossa competência relacionada com os fatos linguísticos, isto é, pontuação adequada, parágrafos bem dispostos e cuidadosamente elaborados, sem esquecer que o discurso deve estar em consonância com o padrão formal que rege a linguagem, atendo-se à concordância, regência e demais elementos gramaticais;
     
  • Outro aspecto importante é a fidelidade ao tema proposto, uma vez que a fuga deste implica a automática desclassificação na maioria dos exames. O ideal é ler atentamente a coletânea e identificar o tema e o tipo de texto ora requisitado e só então partir para a elaboração do texto em si.
     
  • A nossa última dica é que você, antes de começar a redação, rascunhe as ideias para nortear melhor sua escrita. Depois, faça uma releitura, pois, mediante tal procedimento, há a possibilidade de novos acréscimos, supressões e correções diversas, o que pode fazer muita diferença em relação à qualidade do texto.

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