Verbosidade – uma das “armadilhas” textuais

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Dizer muito sem nada dizer – eis a característica da verbosidade

A princípio pode até ser que o termo em referência nos soe meio estranho. Mas, na verdade, ao compreendermos melhor, percebemos que se trata de algo bastante comum, em se tratando das muitas circunstâncias comunicativas com as quais convivemos cotidianamente, sobretudo aquelas inerentes à linguagem escrita.

Pois bem, independentemente de qualquer que seja a modalidade (oral ou escrita), a clareza expressa na mensagem proferida representa fator preponderante. Dessa forma, temos que a verbosidade contribui para que tal aspecto não se manifeste de forma plausível, o que pode resultar na incomunicabilidade. Para sermos um tanto precisos, a característica fundamental dessa ocorrência se resume em uma formação muito simples: Dizer muito sem nada dizer.

Pelo fato de se tornar inviável retratarmos todos os exemplos nos quais tal entrave se manifesta, daremos ênfase às redações empresariais que, diga-se de passagem, precisam ser autênticas e precisas, de modo a tornar os negócios mais fluentes, mais ágeis. Sendo assim, o fator “tempo” revela ser o senhor de todas as horas – daí a necessidade de se fazer entender sempre que necessário. Partindo desse pressuposto, analisemos um caso representativo no qual detectamos possíveis desvios:




Visando tornar o discurso mais claro, objetivo e preciso, reformulemos as ideias nele expressas. Sendo essas evidenciadas da seguinte forma:





Sem preciosismos exagerados, nem tampouco palavras em excesso, o discurso pôde se materializar de forma plausível, contribuindo assim para que a interlocução realmente se efetivasse.

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